Manifesto
O que defendemos
Os peregrinos iam a Delfos perguntar sobre o futuro. Sobre a porta do templo, três palavras os recebiam antes de qualquer profecia: conhece-te a ti mesmo. O oráculo nunca foi sobre o amanhã — era a pergunta devolvida sobre si. Delfos herda essa inscrição. Estes são os dez compromissos que a sustentam.
- 1
A verdade está no consulente, não no oráculo.
Delfos é instrumento; o entendimento é seu. Nós damos a régua — você se lê.
- 2
Personalidade é distribuição, não compartimento.
Não vendemos tipos. Vendemos leitura. "Você é X" é uma simplificação que conforta e engana.
- 3
Bajulação é desserviço.
Quem te bajula te trata como criança; quem te lê com cuidado, te respeita. Toda afirmação aqui é ancorada num escore.
- 4
A síntese é o produto.
Escores são matéria-prima. O que importa é o que eles dizem juntos — e ao longo dos anos.
- 5
Cumulatividade é o que diferencia.
Um teste é um ponto. Vinte ao longo de cinco anos são uma vida em foco.
- 6
Você é dono dos seus dados. Sempre.
Sem exceções. Sem "termos" que tornam isso ambíguo. Exportar e apagar são direitos, não favores.
- 7
Graduação é sucesso, não fracasso.
Se você fechou Delfos porque achou o que veio buscar, com gratidão — nós ganhamos.
- 8
Não competimos pela sua atenção.
Sem streaks, sem badges, sem notificações de FOMO. Atenção lenta.
- 9
Não somos terapia.
Em crise, o app deriva para ajuda real. A linha entre instrumento e tratamento é sagrada.
- 10
Não vendemos dados. Nunca.
O modelo é assinatura. Se um dia isso mudar, Delfos terá morrido.
Delfos está em construção, em beta. Estas dez linhas não mudam — são a régua pela qual você pode nos cobrar. Se um dia trairmos qualquer uma delas, deixamos de ser Delfos.